Motoboys ou Bandidos?
Hoje pela manhã ao passar por quase duas horas de trânsito me vi refletindo sobre uma questão que envolve todos os motoristas e motoboys de São Paulo, os corredores das grandes vias.
Recentemente foi proibida a circulação de motos na via expressa da marginal do rio tietê, o que simplesmente eliminou os transtornos ocorridos nesse dificil relacionamento diário, porém, nas outras vias da capital permaneceu o caos, mesmo nas que tem faixa exclusiva para motos.
Antes que alguém diga que estou generalizando "a raça" vale ressaltar que a muito tempo minorias, mesmo que bem pequenas, causam grandes transtornos, vide os casos recentes da USP, e vemos que apesar de ser um percentual bem pequeno, os que agem como bandidos ainda são muitos e ainda causam muito transtorno no dia a dia.
Hoje mesmo, um veiculo que trafegava na minha frente, com segurança e com uma grande distância do bandido que vinha no corredor, teve sua porta chutada violentamente por um bandido travestido de motoboy.
O pior é que o numero de ocorrências desse tipo são tão numerosas e mesmo assim não tem nenhum tipo de estatística que acompanhe esses casos, ou qualquer demonstração do quanto isso aumenta o stresse naqueles que são obrigados a trafegar pelas vias de São Paulo e que não podem trocar de faixa por medo desta minoria.
Passou da hora das autoridades paulistas darem maior atenção à esse recorrente crime cometido por esses bandidos e fiscalizá-los de forma que o mesmo medo que faz os motoristas não mudarem de faixa, faça com que eles não chutem portas ou retrovisores alheios.
Recentemente foi proibida a circulação de motos na via expressa da marginal do rio tietê, o que simplesmente eliminou os transtornos ocorridos nesse dificil relacionamento diário, porém, nas outras vias da capital permaneceu o caos, mesmo nas que tem faixa exclusiva para motos.
Antes que alguém diga que estou generalizando "a raça" vale ressaltar que a muito tempo minorias, mesmo que bem pequenas, causam grandes transtornos, vide os casos recentes da USP, e vemos que apesar de ser um percentual bem pequeno, os que agem como bandidos ainda são muitos e ainda causam muito transtorno no dia a dia.
Hoje mesmo, um veiculo que trafegava na minha frente, com segurança e com uma grande distância do bandido que vinha no corredor, teve sua porta chutada violentamente por um bandido travestido de motoboy.
O pior é que o numero de ocorrências desse tipo são tão numerosas e mesmo assim não tem nenhum tipo de estatística que acompanhe esses casos, ou qualquer demonstração do quanto isso aumenta o stresse naqueles que são obrigados a trafegar pelas vias de São Paulo e que não podem trocar de faixa por medo desta minoria.
Passou da hora das autoridades paulistas darem maior atenção à esse recorrente crime cometido por esses bandidos e fiscalizá-los de forma que o mesmo medo que faz os motoristas não mudarem de faixa, faça com que eles não chutem portas ou retrovisores alheios.
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